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PAREDES VERMELHAS de João Albuquerque The blog that will turn the world around...
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sábado, 7 de maio de 2016

We must fight for our Future with Peace!

A big applause for this work of art.
 Segredos do Mundo aplaude esta música e a coragem desta cantora em representar e anunciar ao Mundo o que se passa na Ucrânia. O que se passa num Mundo de guerra e desrespeito pelos direitos humanos. Aprendamos a viver e respeitar o ser humano.
Lutemos pela felicidade. O meu sonho é assim...


sábado, 14 de janeiro de 2012

As "Paredes Vermelhas" da vida de João Albuquerque

Jornal HardMusica publica noticia sobre Paredes Vermelhas

http://www.hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=11535

Sorriso semi-cerrado nos lábios, postura acolhedora e retraída, tom de voz calmo de palavras sinceras. São estes os traços que caracterizam João Albuquerque, um homem que poderia ser um vulgar médico não fosse a dramática história contida no seu passado.

Como forma de dar a conhecer ao mundo todo o seu sofrimento, João apresentou na Fnac Colombo o seu livro “Paredes Vermelhas”, relato das suas traumatizantes vivências dentro dos muros da Academia Militar. Uma realidade interna que para o autor é pautada por valores diferentes dos que ainda naquele dia, 12 de Janeiro, haviam sido apregoados pela instituição por ocasião do seu 175º aniversário.
É com o olhar carregado de tristeza que João Albuquerque aceita confidenciar ao Hardmusica o seu percurso a partir dos 18 anos. Acabado o 12º ano, estávamos em 1998 quando o jovem João decide entrar para a Academia Militar com o intuito de se tornar médico. Mas as suas expectativas foram desde logo defraudadas perante os constantes episódios de humilhação e violência física vividos por si dentro destas “paredes vermelhas”.

Admitindo que estes “abusos de poder começaram logo desde o primeiro ano”, é com dificuldade que o autor fala do dia que mais o marcou. “Era de noite, fomos mandados para o pátio com a farda nº3 vestida sem nada por baixo. Lá, perante centenas de pessoas, mandaram-nos despir e apontaram-nos as lanternas para as caras e para as zonas genitais. Depois ainda tivemos que andar a rastejar meio despidos. Demasiado humilhante para ser descrito”, acrescentou emocionado.

“Pensei muitas vezes em sair, mas as ameaças, a chantagem e a possibilidade de ter que pagar uma elevada indemnização foram-me fazendo ficar”. Foi desta forma que o agora médico deixou prolongar o seu sofrimento até ao ano de 2005, altura em que acabou mesmo por sair em litigio da Academia Militar por não o quererem deixar escolher a especialidade de medicina por si desejada.

Desde a sua saída e com vários processos a decorrer na justiça nos entretantos, João começou a escrever o livro página a página ao longo de um processo “custoso e demorado”. “Tive que interromper a escrita por várias ocasiões porque estava a ficar deprimido, reviver todos aqueles momentos deixava-me cada vez mais triste”, afirmou.

Mas o trabalho acabou por ser concluído com sucesso. Perante a impossibilidade aparente de as pessoas que lhe causaram todo o mal serem condenados pela justiça, “Paredes Vermelhas” tem acima de tudo o objectivo de alterar uma realidade que o autor defende estar presente em várias instituições. “Se conseguir com o livro alterar alguns comportamentos e evitar que situações destas se repitam para mim já é uma grande vitória”, confessa com convicção.

Tal como está referido na contracapa, este é “um livro por um mundo melhor”, no sentido de denunciar injustiças mas também com a intenção de encorajar todas as vitimas deste tipo de abusos a falarem. “Libertem-se, falem e evoluam, deitem cá para fora tudo o que vos marcou”, é o conselho de João Albuquerque. Ele, já o fez. “Paredes Vermelhas” é uma história verídica de sofrimento e coragem de alguém que continua ainda a superar as marcas do passado. Vale a pena conhecer. 

Diogo Taborda

domingo, 18 de dezembro de 2011

PAREDES VERMELHAS - em breve disponível numa livraria perto de si

PAREDES VERMELHAS

É este o título de um livro que demorei anos a escrever e nunca pensei vir a ser editado. Mas a verdade é que está já impresso e estará disponível muito brevemente numa livraria perto de si!
Novidades em breve, com o lançamento já marcado!

RED WALLS - New book coming to our bookshops... And now the story will be revealed!!!
News soon.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Segredos do Mundo - mais perto de se tornarem uma realidade viva

Se há 5 anos iniciei este blog foi com a intenção de cumprir um desejo que tenho dentro de mim. Tenho de ajudar as pessoas em geral a tomarem decisões acertadas e a terem consciência do mundo que existe no interior das paredes de edifícios de instituições militares, como a Academia Militar!
Acontece que foi exactamente na Academia Militar que tudo aconteceu e foi o melhor exemplo que poderia ter para poder explicar ao mundo o que se passa no interior das instituições militares ! Porquê? Porque é na Academia Militar (AM) que são formados todos os Oficiais do Exército Português que depois irão comandar cada uma das unidades militares que existe no nosso país.
Seguindo os exemplares oficiais que comandam a AM, os novos oficiais repetem o que lhes foi ensinado. Alguns, mais astutos, conseguem emendar alguns erros que observaram na sua formação. Outros não.. E são estes que prolongam o que de mal se passa nestas instituições!
Pretendo, nos próximos tempos, avançar mais além do que já fiz, com uma descrição detalhada do que vivi durante 7 anos. Penso que foi uma boa amostra do que é a vida de um militar, da formação de um militar...
Nem só coisas más se passam lá dentro... mas as boas não prevalecem sobre as más... e marcam muitissimo qualquer ser humano que por elas tenha de passar.
Não pretendo ser um crítico negativo, pelo contrário. Penso que uma boa crítica é sempre construtiva. Mas como participante que vivi dentro da Academia Militar tenho o dever de Vos mostrar o que lá se passa, sem o brilho da publicidade institucional a que estão habituados.
Como ex-militar posso contar o que vivi! Eu e centenas de outros militares! Quando era militar não o podia fazer! Uma proibição silenciosa que unia toda a instituição, protegia os infractores e rejeitava os delatores.
A barreira do silêncio foi quebrada por mim no programa de televisão no passado mês de Julho. Mas nunca poderia parar por aqui. Por isso, dentro dos próximos dias haverá muito mais para ler, muito mais para comentar, muito mais para conhecer...
Como digo desde o inicio do Blog:
Os segredos do mundo darão lugar às revelações do mundo!... dentro das quatro paredes das instituições...
Aguardem notícias neste blog dentro de poucos dias!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

ONE MORE STEP TO CHANGE THE WORLD IS COMING...

Many bad things are done daily to humans who cannot defend themselves.
I hope that with Our Justice and Our Values something will change.
I hope that I can scream so loud that everyone will listen and try to make the World better...
This is my promise. And soon I will be able to breath without any fear that someone could get me silenced before I talk.
I think it is my destiny to warn the World. So Here I am!

Muitos crimes e horrores são praticados diariamente aos Humanos que não se podem defender.
Espero que com a Nossa Justiça, os nossos Valores, alguma coisa mude.
Espero que possa gritar tão alto que todos me possam ouvir e tentar melhorar o Mundo.
Esta é a minha promessa. E, brevemente, poderei respirar sem medos que alguém me silencie antes de eu falar.
Penso ser este um dos meus destinos: avisar o Mundo. Por isso: aqui estou!!!

domingo, 24 de julho de 2011

A Academia Militar será julgada no nosso país pelas praxes praticadas por Oficiais

Very difficult moments are coming... Military Academy in Portugal will be put in Justice about violence against its students!!!

O Exército não se escapa de uma investigação policial em Portugal!
Não se pode praticar o mal e ficar-se impune, não assumindo responsabilidades pelos seus actos.
E quanto mais formos e nos juntarmos e contarmos os horrores, os factos que nos marcaram para sempre, melhor será para Portugal e para o Mundo!

Peço-vos que pensem que não podemos ficar quietos nem calados! Eu não fico quieto e irei lutar até que me impeçam, para que seja reposta a Justiça!

Qualquer instituição não pode maltratar os seus funcionários e uma instituição como a Academia Militar ou como o Colégio Militar tem de respeitar os seus alunos e assumir culpas perante as atitudes dos seus oficiais.

Por isso, o primeiro passo é contarem as vossas experiências, libertarem-se das marcas que carregam e impedirem que outros sejam marcados também.
Eu estou a dar um passo de gigante para mim.

Espero que também consigam ter coragem para contar as vossas histórias e contribuir para um mundo melhor!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Chegou o dia das revelações! SEGREDOS DO MUNDO VÃO SER REVELADOS HOJE!

Mais tarde do que queria, mas mais cedo do que o previsto... Coincidências transformam o nosso mundo diariamente. Não tenho medo e vou dizer o que já alguns mostraram querer ouvir e querer esconder.
Ao contar a alguns amigos o sucedido em 1999 as bocas iam ficando cada vez mais abertas com o horror.
Pois é... toda a gente ouviu falar na praxe aos fuzileiros. Eu próprio me arrepiei e percebi o que se está a passar.
As revelações começaram:
http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article619137.ece

Agora é só continuar! É preciso avisar os pais das crianças que as querem colocar em colégios militares, os pais dos adolescentes que acham por bem que venham a ser formados em Academias Militares, os próprios que podem ver-se como militares no futuro, que vão entrar em instituições onde o Crime acontece e não há repercussões para os criminosos. Mas sim, imagine-se, para as vítimas de maus tratos.
O objectivo é manter o silêncio e encobrir os inúmeros defeitos destas instituições.
E já agora, estamos nós a pagar dos nossos bolsos, para que se faça mal aos nossos filhos, irmãos ou pais.

Peço-vos, que tenham coragem e falem. Contem aquilo que se passou convosco! Não desistam! Como eu que nunca desistirei.
Hoje na SIC, terei finalmente oportunidade de contar o que se passou em 28 de Maio de 1999.
Vejam na QUERIDA JULIA, por volta das 12H.

Depois disso a história tem de se completar com os Vossos relatos. Quem sabe se outros passaram por experiências piores do que a que eu passei.

Obrigado pela Vossa paciência ao longo destes anos todos,

Agora Chegou o MOMENTO!

SEGREDOS DO MUNDO VÃO SER REVELADOS HOJE!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

A motivação tem sido muita mas ainda não consegui terminar o que quero que vocês leiam...

Mas já não aguento muito mais. Até ao fim do ano não poderei falhar. Será um desafio para mim e uma obrigação perante Portugal. Aguardem-me! Neste mês de Dezembro vou avançar!!!!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Mundo injusto... queremos mudar-te!

Pois é.. Chegou a hora de mudarmos aquilo que só nós podemos fazer. Entro na luta com garras e dentes. Estou à disposição para explicar tudo o que quiserem. Não me importo das consequências. Uma vida humana não vale tanto como a de outros milhares que podem sofrer o que eu sofri.

O meu email é jpmag@hotmail.com

Neste momento os segredos do mundo vão realmente ser descobertos e a minhha esperança é:
Construir um mundo melhor, mais justo, mais puro! Até breve...
Do outro lado do mundo para quem é português, mandarei notícias...

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Correio da Manhã: Alunos do curso de Medicina proibidos de escolher a especialidade decidiram deixar a Academia Militar

Notícia saiu hoje (12/4/2010) no Correio da manhã - página 17.
Apenas com um erro - na realidade quem pôs o processo contra o Exército foram os 2 médicos e não o Exército.

De resto fiquei feliz pelo reconhecimento e pela notícia.

http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=7F3859B7-9F38-4E8C-843D-D9B77218A9FF&channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181

quarta-feira, 31 de março de 2010

Pergunta do Bloco de Esquerda

http://beparlamento.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=2732&Itemid=36

Assunto: Curso de Medicina na Academia Militar

Destinatário: Ministro da Defesa Nacional
Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República

No ano lectivo de 1998/99 teve início o primeiro curso de Medicina na Academia Militar. Nesse ano, e por ser ainda o primeiro, não estavam definidas as regras de acesso e escolha dos alunos quanto à especialidade a seguir no final do curso. No entanto, o exame da especialidade é um dos mais importantes para quem estuda medicina, uma vez que define a área em que o médico vai trabalhar ao longo da sua carreira.

Durante todo o curso foi dito aos alunos da Academia Militar que poderiam escolher livremente a especialidade a seguir, pois a instituição militar teria necessidade de um grande número de especialistas em áreas muito diversas.

Este facto foi, aliás, amplamente provado em tribunal. Conforme consta de sentença judicial do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, o então Director de Ensino afirmou que “sendo os Cadetes os primeiros a licenciarem-se em Saúde Militar pela Academia Militar, teriam a possibilidade de escolher, porquanto teriam a vantagem de ter os quadros abertos e um leque muito alargado de especialidades”; também o Director do Curso “afirmou repetidamente que os alunos daquele curso eram pioneiros e que, estando os quadros vazios, poderiam escolher as especialidades que quisessem”.

Foram estes factos que criaram nos alunos a fundada expectativa de que poderiam escolher a especialidade a seguir na carreira médica.

Em 2005, quando os alunos se preparavam para escolher a área de especialidade, viram-se confrontados com uma situação em tudo distinta do que lhes tinha sido veiculado durante anos por vários elementos da Direcção da Academia Militar.

No ano lectivo de 2004/2005, foi solicitado pela direcção da Academia um levantamento das duas primeiras opções de cada aluno.

No entanto, já em Maio de 2005, foi comunicado aos alunos um Despacho do Chefe do Estado-Maior do Exército, relativo às especialidades, onde se referia que “em relação aos 4 alunos (25%) melhor classificados seriam tidas em conta as suas preferências” relativas à especialidade. “Em relação aos restantes dez alunos (75%) era imposto o preenchimento prévio de 8 vagas” correspondentes a especialidades muito concretas e pré-definidas. Para além disso, também foram criados critérios de classificação novos em relação ao que anteriormente havia sido comunicado aos alunos. Também estes factos constam da sentença judicial acima referida.

Na sequência do acima referido, foram por completo alteradas as fundadas expectativas dos alunos quanto à livre escolha da especialidade médica. Para além disso, 75% dos alunos viram a sua escolha completamente condicionada, sendo na prática obrigados a seguir a especialidade indicada pelo Exército.

Para além disso, os critérios de acesso eram bastante diversos daqueles que lhes tinham sido anteriormente mencionados. Encontravam-se ainda entre os critérios de acesso a classificação de disciplinas que em nada tinham que ver com o curso de medicina (por exemplo, Instrução e Treino) e que sempre lhes tinha sido garantido que não relevariam para tal escolha. Estes critérios, que incluem tudo excepto o Exame da Especialidade, são em tudo díspares dos civis, aprovados pela Ordem dos Médicos.

Face a estes factos, alguns alunos fizeram uma exposição à direcção da Academia Militar, manifestando a sua estranheza quanto à mudança súbita face ao que lhes havia sido prometido. Para além disso, solicitaram que fosse revisto número de vagas e o número de especialidades possível, bem como os critérios de acesso às mesmas.

Na sequência destes factos, e por lhes ser impossível seguir uma especialidade que não escolheram, que lhes iria ser imposta, e para a qual não teriam vocação, dois alunos saíram da Academia Militar.

Num dos casos, do antigo aluno João Albuquerque Gonçalves, este propôs-se não obstante a seguir algumas das especialidades que eram fulcrais para o Exército. No entanto, ainda assim o Comandante da AM não permitiu sequer que fossem consideradas as suas vocações ou classificações para que fosse feita a escolha da especialidade a seguir. No segundo caso existiu uma situação semelhante.

Foi a Academia Militar que conduziu assim a uma saída "forçada" destes dois antigos alunos, sob pena de terem de ficar no Exército numa especialidade para a qual não teriam vocação, de acordo com critérios criados naquele momento.

Posteriormente, e apesar de a sua saída ter sido praticamente imposta pelas circunstâncias em causa, vieram a receber comunicações semelhantes da Academia Militar. Por terem sido eliminados do Curso, a Academia Militar veio reclamar os custos de formação em que terá incorrido com estes alunos.

Em concreto, a João Albuquerque Gonçalves, veio a Academia Militar exigir a quantia de cerca de €148 mil euros.

Destes, €59 mil euros eram relativos a propinas – sendo este montante, obviamente muito superior ao que qualquer estudante paga de propinas numa instituição do ensino superior. Para além disso, e por o pai deste estudante ter sido condecorado com a Medalha de Cruz de Guerra, os filhos têm direito a isenção de propinas no ensino superior (Decreto-lei n.º 358/70, de 29 de Julho). O restante valor dividia-se entre vencimentos, alimentação e fardamento. No entanto, estas quantias são indicadas sem existir um aparente critério. Inclusivamente, ao aluno João Albuquerque Gonçalves são debitadas quantias referentes a fardamento feminino – o que é bastante ilustrativo e acresce às sérias dúvidas sobre a forma geral como este montante foi calculado.

Não se conformando com este valor nem com esta decisão, o antigo aluno impugnou judicialmente esta decisão. No entanto, e estando ainda a aguardar decisão judicial, o Chefe do Estado-Maior do Exército ordenou que a dívida fosse executada judicialmente. Assim, e ainda antes de ter uma decisão judicial final, o particular foi confrontado com a execução fiscal desta decisão. Com base no montante em causa, a cada mês acrescem à dívida cerca de €1.500 – apenas de juros.

No segundo caso, trata-se de uma situação em tudo semelhante. O aluno Ricardo Alcântara Guerreiro viu-se na impossibilidade de seguir a especialidade de ortopedia – e isto apesar de existirem vagas para tal no Exército. Em virtude deste facto, e por não poder seguir a especialidade que desejava, solicitou a eliminação da frequência do curso.

Mais uma vez, alguns meses após ter deixado a Academia Militar, recebeu uma carta do Chefe de Estado-Maior do Exército, exigindo o pagamento de uma indemnização no valor de €148 mil euros. À semelhança da situação anterior, deste valor cerca de €59 mil euros referiam-se a propinas, um valor várias vezes superior ao pago por qualquer estudante do ensino superior público.

Também à semelhança da situação anterior, o particular recorreu judicialmente da decisão. Também neste caso o CEME executou judicialmente a dívida – isto antes de uma decisão judicial definitiva. Também à semelhança da situação anterior esta dívida vence, mensalmente, cerca de €1.500 só de juros.

Em ambos os casos trata-se de uma prática bastante questionável por parte do Exército Português. Em primeiro lugar, frustraram as fundadas expectativas destes dois alunos, expectativas que lhes inculcaram durante vários anos: de que poderiam escolher a especialidade médica a seguir. Só no último ano do curso alteraram todas as regras, fazendo com que os dois ex alunos se vissem perante uma perspectiva futura que para eles era insustentável.

No entanto, e não satisfeito com este facto, o Exército vem agora exigir avultadas quantias, manifestamente desproporcionadas e que, em ambos os casos, os particulares não têm quaisquer condições de pagar. Tudo isto tendo origem numa situação que acabou por ser o próprio Exército a criar, ao não lhes permitir escolher a especialidade médica em causa.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais, requer-se ao Ministro da Defesa Nacional os seguintes esclarecimentos:

1.º) Está o Ministério a acompanhar a situação acima descrita?
2.º) Considera o Ministério correcto que não se tenha definido com clareza quais os critérios a que iria obedecer a escolha da especialidade pelos alunos de Medicina da Academia Militar?
3.º) Considera o Ministério correcto que se tenha defraudado as expectativas fundadas dos alunos (comprovadas aliás por sentença judicial) quanto à escolha da especialidade médica?
4.º) O Ministério considera correcto que, depois de todo este processo, se exijam ainda elevadas indemnizações aos alunos que saíram da Academia Militar?
5.º) Que medidas pretende tomar para evitar que sucedam, de futuro, situações deste género?

Palácio de São Bento, 24 de Março de 2010.
Deputado:
Fernando Rosas

quinta-feira, 4 de março de 2010

Já está a avançar. Primeiros contactos efectuados...

Estou a ter alguns entraves ao desvendar dos mistérios que farão Portugal crescer, mas garanto-vos que, ainda este mês serão conhecidos dos leitores.
Por agora o que vos posso dizer é que as bancadas parlamentares começam a poder levantar a ponta do lençol e que já tenho entrevista marcada com um jornal.

Aguardem-me...

quarta-feira, 3 de março de 2010

A engrenagem vai começar a rodar.....

Já estou em contactos... Muitos podem aconselhar-me com palavras sábias para não o fazer. Mas é meu dever. Espero que todos me entendam e me apoiem nos momentos esperados.... Vou sair-me o melhor possível. Vamos melhorar o País e o Mundo!!!!