https://www.publico.pt/sociedade/noticia/quatro-militares-condenados-por-embebedar-e-agredir-colega-1679414
Infelizmente não param de abusar do poder os que comandam instituições militares. Felizmente já começam a ser julgados alguns casos como este... Mas quantos casos de praxes ficam escondidos nas mentes perturbadas de cada um?
Hoje às 16h na RDS 87,6 FM ou em rds.pt eu próprio darei voz a alguns excertos do livro Paredes Vermelhas, encarnando as personagens reais que viveram situações desumanas e violentas na Academia Militar.
Oiça e viva mais este momento na Rádio que dá voz aos autores nacionais.
Até quando se continuará a protelar o sofrimento humano?!
Sempre... Por um Mundo melhor!
Chegou a altura de vos dar a conhecer factos nunca antes falados e escondidos que todos desejam saber. "Paredes Vermelhas" revela o interior da Academia Militar e do Exército e conta uma história real! Ninguém fala por medo e submissão.Os "segredos do mundo" são uma porta aberta para as revelações ao mundo! É este o momento! Denuncie! Liberte-se! Fale! Exponha o seu caso! Onde quer que esteja, não deixe o Mundo sofrer! Faça a diferença! Conte! MAUS TRATOS MILITARES, PRAXES, ABUSOS DE PODER!
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
terça-feira, 24 de julho de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
As "Paredes Vermelhas" da vida de João Albuquerque
Jornal HardMusica publica noticia sobre Paredes Vermelhas
http://www.hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=11535
Sorriso semi-cerrado nos lábios, postura acolhedora e retraída, tom de voz calmo de palavras sinceras. São estes os traços que caracterizam João Albuquerque, um homem que poderia ser um vulgar médico não fosse a dramática história contida no seu passado.
Como forma de dar a conhecer ao mundo todo o seu sofrimento, João apresentou na Fnac Colombo o seu livro “Paredes Vermelhas”, relato das suas traumatizantes vivências dentro dos muros da Academia Militar. Uma realidade interna que para o autor é pautada por valores diferentes dos que ainda naquele dia, 12 de Janeiro, haviam sido apregoados pela instituição por ocasião do seu 175º aniversário.
Admitindo que estes “abusos de poder começaram logo desde o primeiro ano”, é com dificuldade que o autor fala do dia que mais o marcou. “Era de noite, fomos mandados para o pátio com a farda nº3 vestida sem nada por baixo. Lá, perante centenas de pessoas, mandaram-nos despir e apontaram-nos as lanternas para as caras e para as zonas genitais. Depois ainda tivemos que andar a rastejar meio despidos. Demasiado humilhante para ser descrito”, acrescentou emocionado.
“Pensei muitas vezes em sair, mas as ameaças, a chantagem e a possibilidade de ter que pagar uma elevada indemnização foram-me fazendo ficar”. Foi desta forma que o agora médico deixou prolongar o seu sofrimento até ao ano de 2005, altura em que acabou mesmo por sair em litigio da Academia Militar por não o quererem deixar escolher a especialidade de medicina por si desejada.
Desde a sua saída e com vários processos a decorrer na justiça nos entretantos, João começou a escrever o livro página a página ao longo de um processo “custoso e demorado”. “Tive que interromper a escrita por várias ocasiões porque estava a ficar deprimido, reviver todos aqueles momentos deixava-me cada vez mais triste”, afirmou.
Mas o trabalho acabou por ser concluído com sucesso. Perante a impossibilidade aparente de as pessoas que lhe causaram todo o mal serem condenados pela justiça, “Paredes Vermelhas” tem acima de tudo o objectivo de alterar uma realidade que o autor defende estar presente em várias instituições. “Se conseguir com o livro alterar alguns comportamentos e evitar que situações destas se repitam para mim já é uma grande vitória”, confessa com convicção.
Tal como está referido na contracapa, este é “um livro por um mundo melhor”, no sentido de denunciar injustiças mas também com a intenção de encorajar todas as vitimas deste tipo de abusos a falarem. “Libertem-se, falem e evoluam, deitem cá para fora tudo o que vos marcou”, é o conselho de João Albuquerque. Ele, já o fez. “Paredes Vermelhas” é uma história verídica de sofrimento e coragem de alguém que continua ainda a superar as marcas do passado. Vale a pena conhecer.
http://www.hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=11535
Sorriso semi-cerrado nos lábios, postura acolhedora e retraída, tom de voz calmo de palavras sinceras. São estes os traços que caracterizam João Albuquerque, um homem que poderia ser um vulgar médico não fosse a dramática história contida no seu passado.
Como forma de dar a conhecer ao mundo todo o seu sofrimento, João apresentou na Fnac Colombo o seu livro “Paredes Vermelhas”, relato das suas traumatizantes vivências dentro dos muros da Academia Militar. Uma realidade interna que para o autor é pautada por valores diferentes dos que ainda naquele dia, 12 de Janeiro, haviam sido apregoados pela instituição por ocasião do seu 175º aniversário.
É com o olhar carregado de tristeza que João Albuquerque aceita confidenciar ao Hardmusica o seu percurso a partir dos 18 anos. Acabado o 12º ano, estávamos em 1998 quando o jovem João decide entrar para a Academia Militar com o intuito de se tornar médico. Mas as suas expectativas foram desde logo defraudadas perante os constantes episódios de humilhação e violência física vividos por si dentro destas “paredes vermelhas”.
Admitindo que estes “abusos de poder começaram logo desde o primeiro ano”, é com dificuldade que o autor fala do dia que mais o marcou. “Era de noite, fomos mandados para o pátio com a farda nº3 vestida sem nada por baixo. Lá, perante centenas de pessoas, mandaram-nos despir e apontaram-nos as lanternas para as caras e para as zonas genitais. Depois ainda tivemos que andar a rastejar meio despidos. Demasiado humilhante para ser descrito”, acrescentou emocionado.
“Pensei muitas vezes em sair, mas as ameaças, a chantagem e a possibilidade de ter que pagar uma elevada indemnização foram-me fazendo ficar”. Foi desta forma que o agora médico deixou prolongar o seu sofrimento até ao ano de 2005, altura em que acabou mesmo por sair em litigio da Academia Militar por não o quererem deixar escolher a especialidade de medicina por si desejada.
Desde a sua saída e com vários processos a decorrer na justiça nos entretantos, João começou a escrever o livro página a página ao longo de um processo “custoso e demorado”. “Tive que interromper a escrita por várias ocasiões porque estava a ficar deprimido, reviver todos aqueles momentos deixava-me cada vez mais triste”, afirmou.
Mas o trabalho acabou por ser concluído com sucesso. Perante a impossibilidade aparente de as pessoas que lhe causaram todo o mal serem condenados pela justiça, “Paredes Vermelhas” tem acima de tudo o objectivo de alterar uma realidade que o autor defende estar presente em várias instituições. “Se conseguir com o livro alterar alguns comportamentos e evitar que situações destas se repitam para mim já é uma grande vitória”, confessa com convicção.
Tal como está referido na contracapa, este é “um livro por um mundo melhor”, no sentido de denunciar injustiças mas também com a intenção de encorajar todas as vitimas deste tipo de abusos a falarem. “Libertem-se, falem e evoluam, deitem cá para fora tudo o que vos marcou”, é o conselho de João Albuquerque. Ele, já o fez. “Paredes Vermelhas” é uma história verídica de sofrimento e coragem de alguém que continua ainda a superar as marcas do passado. Vale a pena conhecer.
Diogo Taborda
13/01/2012
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Lançamento do Livro Paredes Vermelhas 12/01/2012
Caros leitores:
Nesta fase, tenho de me centrar na apresentação oral no lançamento do Livro na FNAC do Colombo em Lisboa pelas 19H do dia 12 de Janeiro de 2012. Claro que o blogue continua e continuará sempre disponível para todos os comentários que qualquer pessoa queira publicar. Logo após o lançamento do livro, este blogue servirá, exactamente, para revelar os Segredos ao Mundo, para permitir às pessoas falar e expressar o que há muito tempo desejam gritar ao Mundo. O livro é apenas um formato das revelações que quis divulgar. Por este blogue continuarei sempre a mostrar-vos o que se passa dentro das instituições fechadas ao mundo exterior e continuarei a dar voz aos que precisam!
Por aqui ficarão também alguns excertos do livro e outras memórias que não se enquadraram nas páginas de: "Paredes Vermelhas", mas que darão continuidade ao objectivo exposto neste blogue e no livro:
Melhorar o mundo, evitando que se repitam, no futuro, os mesmos erros do passado!
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Dear readers,
Now I am centered in the presentation of the book in Lisbon's Colombo FNAC in 12th January 2012. But the blog is always here and it is available for any comments for anyone. As soon as the book is published, "Secrets of The World" will continue to allow any person to tell to the World what happens inside the "closed" institutions. Here, You are able to scream to the World whatever you want. The book is just one way to announce the revelations.
In this blog I will put some parts of the book and i will continue to write some of the memories that were not included in the "Red Walls".
This way, it is still my main task, as I told here and in the book, to:
Make our world better, avoiding past errors in the future!
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domingo, 18 de dezembro de 2011
PAREDES VERMELHAS - em breve disponível numa livraria perto de si
PAREDES VERMELHAS
É este o título de um livro que demorei anos a escrever e nunca pensei vir a ser editado. Mas a verdade é que está já impresso e estará disponível muito brevemente numa livraria perto de si!
Novidades em breve, com o lançamento já marcado!
RED WALLS - New book coming to our bookshops... And now the story will be revealed!!!
News soon.
É este o título de um livro que demorei anos a escrever e nunca pensei vir a ser editado. Mas a verdade é que está já impresso e estará disponível muito brevemente numa livraria perto de si!
Novidades em breve, com o lançamento já marcado!
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